
De acordo com o Institute of Medicine, National Academy Press, morrem todos os anos 100.000 pessoas devido a reacções adversas de medicamentos. Esta é também quarta causa de morte à frente de doenças pulmonares, diabetes mellitus, infecção pelo HIV e acidentes vasculares. Em doentes institucionalizados as reacções adversas representam cerca de 350.000 casos por ano. Só nos Estados Unidos associados a estes números estão 136 Biliões de Dólares gastos anualmente, o que representa um custo maior aos verificados com o tratamento das Doenças Cardiovasculares. Assim, é fácil perceber a necessidade de tornar os sistemas de dispensa de medicamentos e de análise da terapêutica, mais eficiente e seguro principalmente para os doentes institucionalizados.
Em Portugal existe uma população com mais de 65 anos e a ultrapassar em muito o número de jovens. Este é um grupo populacional polimedicado. Se pensarmos que 80% desses
indivíduos possuem medicação inapropriada, é fácil perceber que situações de sobremedicação, de aparecimento de reacções adversas e toma de doses sub-terapêuticas, constituem um perigo para a saúde destes indivíduos, como também promovem gastos com os cuidados de saúde que não seriam necessários.
Em 2002 o Brithish Medical Journal, publicou um estudo em que demonstrou que as reacções adversas a medicamentos eram responsáveis pela morte de 2925 pessoas por ano no Canadá e de 1100 em Inglaterra. Nesse mesmo estudo concluiu-se que os erros de medicação são responsáveis pela redução de confiança nos profissionais de saúde e também pelo aumento dos custos de tratamento individual, institucional e governamental.
Em Portugal ainda não foram realizados estudos, mas facilmente concluí-se que os idosos sofrerão dos mesmos problemas que a restante população mundial.
São estas preocupações que levam a que o medicamento seja analisado e conhecido pela sua ambivalência – Risco e Eficácia. É preciso valorizar a segurança do doente, uma vez que não basta dar o medicamento prescrito pelo médico, é preciso interpretar as prescrições para poder interferir no circuito do medicamento, minorando possíveis erros de terapêutica.
É assim que surge os Cuidados Farmacêuticos e o Seguimento Farmacoterapêutico. Uma actividade sinérgica com a actividade médica, procurando uma monitorização da terapêutica em tempo quase real, de forma a atingir mais facilmente os Outcomes definidos para um determinado doente. Tudo isto conduz, sem a mais pequena dúvida, a uma melhoria da qualidade de vida dos idosos polimedicados e a menores custos associados à terapêutica.
Em conclusão deixamos uma ideia: o tempo médio de internamento e os custos e mortalidade em idosos polimedicados que desenvolveram reacções adversas a medicamentos, são o dobro do que os verificados em idosos integrados em programas de Seguimento Farmacoterapêutico, e cujas patologias se encontram periodicamente monitorizadas(Classen DC et al. JAMA 1997;277:301-6).
São estes motivos que fazem a Farma360 uma empresa dedicada à Saúde dos Seniores.
terça-feira, 8 de julho de 2008
Morrem por ano 100.000 pessoas devido a reacções adversas de medicamentos
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Portugal segue recomendações da OMS

Portugal está finalmente a seguir as recomendações da Organização Mundial de Saúde de 1993 em relação ao Seguimento Farmacoterapêutico. Conhecida como Declaração de Tóquio, nesta analisaram-se quais as responsabilidades do Farmacêutico, em relação às necessidades dos doentes e das comunidades, no que diz respeito ao medicamento e à terapêutica.
Foi identificado que cada vez mais o “management” da terapêutica é visto como uma forma de evitar gastos desnecessários em saúde, melhorar a qualidade de vida da população mais envelhecida e polimedicada.
É uma realidade que a população de 65 anos está a ter um crescimento acelerado, e dadas as complexidades das suas patologias, alterações físicas e bioquímicas que o envelhecimento acarreta, é indispensável existir um profissional do medicamento que identifique e documente o estado global deste grupo populacional.
Foi a pensar nesta necessidade emergente que nasceu a Farma360. É uma empresa pioneira que alarga aos idosos institucionalizados e em apoio domiciliário, o seguimento farmacoterapêutico. A equipa assume a responsabilidade na detecção, prevenção e resolução de resultados negativos da terapêutica. Em estreita colaboração com os profissionais de saúde já envolvidos no acompanhamento do sénior, procuramos caminhar pela primeira vez todos na mesma direcção. O objectivo é sistematizar, documentar e optimizar todos os eventos de saúde que atinjam o utente.
Porque não queremos que os seniores ao serem institucionalizados se sintam abandonados pela sociedade propomos também uma integração mais activa dos familiares na sua condição clínica, tornando a comunicação periódica e explicita.
É fomentada a confiança na residência que acolhe o familiar, assim como uma melhor condição psicológica, uma vez que este continuará a ter interacção social com a sua família.
Com o delegar de tarefas a uma empresa altamente especializada, as instituições podem alargar o seu leque de serviços, sabendo que a terapêutica e a saúde em geral dos seus residentes estará nas mãos de profissionais altamente competentes e responsáveis.
domingo, 18 de maio de 2008
Farma360 - Entra no mercado sénior
A Farma360 entra no mercado sénior.
É a 1ª empresa a implementar o seguimento farmacoterapêutico, assistido informaticamente em casas de repouso. Uma empresa que transporta para Portugal uma realidade já existente no Canadá, mas nunca vista em toda a Europa. Uma equipa de Farmacêuticos altamente qualificados que garante que os medicamentos correctos são administrados à hora certa, aumentando com esta medida, a qualidade de vida dos seniores polimedicados.
Consulte o nosso site em www.farma360.com e saiba mais.